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	<title>Avante7</title>
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	<description>Coletivo criativo</description>
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		<title>Esse é o meu segredo&#8230; E o seu também.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 16:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa Serena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um pássaro azul em meu peito que quer sair mas sou duro demais com ele, eu digo, fique aí, não deixarei que ninguém o veja. Há um pássaro azul em meu peito que quer sair mas eu despejo uísque&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Há um pássaro azul em meu peito que quer sair</p>
<p style="text-align: center;">mas sou duro demais com ele,</p>
<p style="text-align: center;">eu digo, fique aí, não deixarei que ninguém o veja.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5067" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secret4.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">Há um pássaro azul em meu peito que quer sair</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5068" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secret8-553x452.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">mas eu despejo uísque sobre ele e inalo</p>
<p style="text-align: center;">fumaça de cigarro</p>
<p style="text-align: center;">e as putas e os atendentes dos bares</p>
<p style="text-align: center;">e das mercearias</p>
<p style="text-align: center;">nunca saberão que ele está lá dentro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5076" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secretinvisible.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">Há um pássaro azul em meu peito</p>
<p style="text-align: center;">que quer sair</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.behance.net/gallery/See-Saw/56191"><img class="aligncenter  wp-image-5070" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secret14.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">mas sou duro demais com ele,</p>
<p style="text-align: center;">eu digo,</p>
<p style="text-align: center;">fique aí,</p>
<p style="text-align: center;">quer acabar comigo?</p>
<p style="text-align: center;">(…)</p>
<p style="text-align: center;">Há um pássaro azul em meu peito que quer sair</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5078" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/tumblr_kqcn7btFLr1qz9poso1_500-473x553.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">mas sou bastante esperto, deixo que ele saia</p>
<p style="text-align: center;">somente em algumas noites</p>
<p style="text-align: center;">quando todos estão dormindo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5071" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secret12-553x553.jpg" alt="" /> Eu digo: sei que você está aí,</p>
<p style="text-align: center;">então não fique triste.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://adamvolker.com/work"><img class="aligncenter  wp-image-5074" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secretxxx-553x404.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Depois, o coloco de volta em seu lugar,</p>
<p style="text-align: center;">mas ele ainda canta um pouquinho</p>
<p style="text-align: center;">lá dentro, não deixo que morra completamente</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5080" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secretcourtney-brims.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">e nós dormimos juntos assim</p>
<p style="text-align: center;">com o nosso pacto secreto</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5081" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secret13-553x377.jpg" alt="" /> e isto é bom o suficiente</p>
<p style="text-align: center;">para fazer um homem chorar</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5082" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/12/secretlinda-439x553.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">mas eu não choro,</p>
<p style="text-align: center;">e você?</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-align: left;">Poema </span><strong style="text-align: left;"><em>&#8220;Bluebird&#8221;</em> de <em><a title="Tomando umas com Bukowski" href="http://avante7.com.br/tomando-umas-com-bukowski/">Charles Bukowski</a></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>É mais fácil ficar sozinho</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/e-mais-facil-ficar-sozinho/</link>
		<comments>http://www.avante7.com.br/e-mais-facil-ficar-sozinho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Fiori</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Relacionamentos de um modo geral são complicados. Será que é mais fácil ficar sozinho?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Há uma razão pela qual eu disse que ia ser feliz sozinho. Não foi porque eu pensei que eu ia ser feliz sozinho. Foi porque eu pensei que se eu amasse alguém, e então ela fosse embora, eu não poderia aguentar. É mais fácil ficar sozinho. Porque e se você aprende que precisa de amor? E então você não tem mais? E se você gostar? E confiar? E se você moldar a sua vida ao redor disso? E então&#8230; tudo acabar? Você poderia sobreviver a esse tipo de dor? Perder o amor é como danos em órgãos. É como morrer. A única diferença é&#8230; a morte acaba. E isso? Isso poderia continuar para sempre.</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Esse texto foi dito pela personagem <em>Meredith Grey</em> no final da 7ª temporada da série <em>Grey&#8217;s Anatomy</em>. Eu não assisto essa série, mas vi um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=c3rt2GVcUN4" target="_blank">vídeo</a> com essa cena especificamente. Lembro que na época discordei plenamente, porque<strong> ia contra muitas coisas das quais eu acreditava</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Relacionamentos, de um modo geral, <strong> são complicados</strong>. Com namoros, amizades ou familiares. <strong>É mais fácil ficar sozinho</strong>. Não se envolver automaticamente faz com que você não sofra. Mas acho que a vida perde um pouco o sentido, afinal você vai ficar sentado, vendo as coisas acontecerem sem fazer parte &#8220;disso&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">As vezes algumas coisas não dão muito certo e você começa a &#8220;se fechar&#8221;. <strong>Tomar mais cuidado para não sofrer novamente</strong>. Mas acaba sendo como jogar no escuro. Pois você pode começar a ver que pode confiar, se entregar&#8230; Começar a moldar sua vida ao redor disso, como ela diz no texto, <strong>e de repente, tudo acabar.</strong> Acredito que isso é algo que não se pode prever. Pode ser que isso aconteça. Pode ser que não.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-4968 aligncenter" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ali-scott.jpg" alt="" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Ficou difícil<br />
Tudo aquilo, nada disso<br />
Sobrou meu velho vício de sonhar<br />
Pular de precipício em precipício<br />
Ossos do ofício<br />
Pagar pra ver o invisível<br />
E depois enxergar<br />
Que é uma pena<br />
Mas você não vale a pena</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3xAGPCGD-cI" target="_blank">Não Vale A Pena &#8211; Maria Rita</a></p></blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>Pode ser que tudo acabe.</strong> Que você sonhe, imagine, planeje&#8230; E descubra que não valeu a pena. As vezes cometemos o erro de esperar dos outros o que nós sentimos. Sim, eu acho que é um erro. Pois <strong>expectativas deixam de ser algo real</strong>. Não acho, no entanto, que não se deva sonhar ou fazer planos. Mas é preciso saber que pode não ser como você imagina. <em>Mas espera, quer dizer que vou começar algo pensando que pode acabar? </em>Não exatamente. Mas sim, começar algo pensando mais no momento. Pelo menos no começo, até você ter mais certeza disso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-4957 aligncenter" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/500-days-of-summer.jpg" alt="" /></p>
<blockquote><p>Há uma &#8220;inundação&#8221; de emoções<br />
Que sinto que devo proteger<br />
Mas qual é o ponto dessa proteção<br />
Se isso mantém o amor distante também?<br />
Eu prefiro sangrar com cortes de amor<br />
Ao invés de viver sem cicatrizes</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=K28XZYaB5ow" target="_blank">Love Song &#8211; P!nk</a></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">O único cuidado que se deve ter é não deixar essa proteção, essa ideia de pensar no momento,<strong> te impedir de ir além</strong>, quando se deve ir. E também reafirma a questão de que não se pode prever sem ter vivido. Muitos dizem que a dúvida de que algo poderia ter dado certo é pior do que a certeza. Eu concordo.</p>
<p style="text-align: left;">Não acho, porém, que se deve fazer <strong>tudo</strong>, para ter certeza de que foi algo bom ou ruim. Mas quando surge aquela dúvida, aquele sentimento de que você <strong>poderia ter se entregado</strong>, mas não o fez por medo de sofrer novamente, acho válido tentar. <strong>E se der certo?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-4959 aligncenter" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/the-notebook.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left;">Existem muitos questionamentos e respostas que só vamos ter quando acontecer com a gente. Eu não sou a pessoa mais indicada para falar o que é o certo ou errado nesse assunto, assim como acho que ninguém seja plenamente. <strong>Relacionamentos são complicados. É mais fácil ficar sozinho?</strong> Talvez sim. Exceto quando esse &#8220;fácil&#8221; é por medo de dar errado. E nem sempre o caminho mais fácil é o melhor a seguir.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Nova Cara do Pop Tropicália</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/a-nova-cara-do-pop-tropicalia/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrepollux</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[A música típica brasileira deveria sim incorporar aspectos internacionais. Essa é a característica do nosso país. Estamos vivenciando uma nova onda Tropicália.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Falar em música nacional desperta reações diversas.</strong> Uns reclamam do caráter hedonista do <em>funk</em>, outros da melosidade excessiva do sertanejo. <em>&#8220;O pagode e o forró pecam pela falta de inovação&#8221;</em>.<em> &#8220;O samba de raíz é a salvação da MPB&#8221;</em>. Nessa hora surgem os defensores do <em>rock</em>, do <em>rap</em> e do <em>techno</em>. Afinal, esses ritmos também existem nas terras tupiniquins <del>onde índio é metaleiro e pratica beatbox</del><em> (oh, wait!)</em>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esse é um universo musical empacotado e caramelizado pela indústria mais conservadora do entretenimento. A priori, isso não nos interessa. Para ser vanguardista, é preciso pensar fora da caixa.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>Por muito tempo, caminhamos aos tropeços na busca de um verdadeiro <em>pop</em> nacional.</strong> A <em>Tropicália</em> foi um dos únicos movimentos culturais (genuínos ou não) que trouxeram uma proposta interessante do que seria a típica música <em>pop</em> brasileira. <em>Pop</em> este que os próprios tropicalistas diferenciavam do simplista termo<em> &#8220;popular&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5034" title="tropicalia_f_019" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/tropicalia_f_019-570x309.jpg" alt="" width="513" height="278" /></p>
<p style="text-align: left;">Havia ali uma relação com as propostas do movimento <a title="Quero comer você!" href="http://avante7.com.br/quero-comer-voce/" target="_blank">antropofágico</a>: <strong>digerir a cultura exportada pelas potências culturais e regurgitá-la de forma mesclada, com a cultura popular e a identidade nacional.</strong> A grande diferença entre os dois movimentos era que a antropofagia estava interessada na cultura erudita, enquanto os tropicalistas incorporavam todo tipo de referencial estético &#8211; seja erudito ou popular.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A música típica brasileira dever sim incorporar aspectos internacionais. Essa é a característica do nosso país.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>Considero que estamos vivenciando uma nova onda Tropicália,</strong> um pouco aquém de seus aspectos estéticos originais, mas ainda fiel na essência. Tudo isso está ocorrendo não só pelo advento da <em>Internet</em> (que permitiu uma onda de transculturalismo independente do controle das mídias de massa),<strong> mas por uma mudança de mentalidade.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-5035" title="daniel-peixoto4" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/daniel-peixoto4.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left;">A negação da juventude pela cultura nacional está aos poucos se tornando <del>aceitação</del>. <strong>Não, não está se tornando aceitação.</strong> <strong>Está se tornando ação:</strong> <em>&#8220;faremos isso, mas será do nosso jeito&#8221;</em>. Imagine o que aconteceria caso os <em>jovens-ponte </em>(<em>&#8220;aqueles que fazem a diferença&#8221;</em>, segundo a <em><a href="http://pesquisa.osonhobrasileiro.com.br/indexn.php" target="_blank">Box1824</a></em>) agissem diretamente no cenário musical, trazendo a tona a ofensa criativa merecida?<strong> Eis alguns exemplos.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Karol Conka</strong></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/t-toaipdUdw" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Gaby Amarantos</strong></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/niGt6fhwMtA" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Berlam e Banda Larga</strong></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ueAjCiE_w44" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Banda UÓ</strong></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/HhasqIau8i4" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Daniel Peixoto</strong></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yZswi2dcMzQ" frameborder="0" width="570" height="416"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>João Brasil</strong></p>
<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/uviwxdcpGSg?rel=0" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: left;"><strong>E você, conhece algum artista que considera parte desse movimento tropical pós-moderno?</strong> Indica aí, queremos conhecer <img src='http://www.avante7.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>The End e uma Lágrima</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/the-end/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pipoca Combo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[The End. Sobem os créditos. Acendem-se as luzes. E tudo que você queria era que elas continuassem apagadas, para você continuar chorando escondido de todos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: left;"><em>Esse é um post especial escrito por </em><em>Pedro de Biase,</em> colunista do blog<strong> <a href="http://pipocacombo.com/" target="_blank">Pipoca Combo</a></strong>. Quer participar da nossa temporada de cinema? Envie sua sugestão de post para contato@avante7.com.br</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>The End. Sobem os créditos. Acendem-se as luzes. E tudo que você queria era que elas continuassem apagadas, para você continuar chorando escondido de todos.</strong> Mas os amigos também devem estar secando as lágrimas ou mentindo sobre o efeito 3D que deixou os olhos sensíveis, então tudo bem. Perguntam: <em>“Você gostou?”</em>, e a sua resposta é rápida. Amei!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-4995" title="ckane-the-end-title" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ckane-the-end-title.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left;">É gratificante quando um filme permite tanto envolvimento,<strong> é uma rara oportunidade em meio a produções de diversão passageira.</strong> É uma experiência que fica com você até depois da sessão. <strong>Não que uma produção tenha que ser muito especial para causar uma resposta esperada no espectador.</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>É difícil achar uma obra cinematográfica, boa ou ruim, que não seja manipuladora em algum grau. Dessa forma, um roteiro complexo e uma direção interessante são desnecessárias se a intenção é só pegar o público pelas glândulas lacrimais.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">O caso de <em>À Procura da Felicidade</em> (a partir de agora, uso exemplos totalmente pessoais e subjetivos) é representativo. <strong>Não só acho um filme mediano e preguiçoso, como já sabia, só pelo <em>trailer</em>, como terminaria.</strong> Na cena-chave, em que tudo previsivelmente se decide, <em>Will Smith</em> e eu deixamos uma lágrima rolar quase no mesmo momento.<strong> Até percebi que estava sendo manipulado pelo letreiro que dizia “baseado em uma história real” e pela sucessão de penitências do protagonista, mas não pude evitar.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4974" rel="attachment wp-att-4974"><img class="aligncenter  wp-image-4974" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/the-pursuit-of-happyness-original-485x272.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A intenção é mexer com as emoções do espectador e fazê-lo guardar aquela história num lugar especial da memória. <strong>E o senso crítico, como fica?</strong> Uma bobagem divertida cheia de ação também bagunça a noção de bom e de ruim, mas nada se compara aos sentimentos no quesito <em>“dificultar o pensamento racional”.</em></p>
<p style="text-align: left;"><em></em>Então, fica complicado avaliar precisamente quão boa uma obra como Toy Story 3 é. Ainda mais quando é a conclusão de uma trilogia que muitas pessoas acompanharam ao longo da infância.<strong> A dificuldade é saber até que ponto amar (ou odiar) incondicionalmente e até que ponto discutir a relação.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4975" rel="attachment wp-att-4975"><img class="aligncenter  wp-image-4975" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cry-2-485x331.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Não é só de um lado que se encontram exageros, e nenhum dos dois extremos está certo.</strong> Fazer uma lista de melhores filmes começando pelos mais emocionantes é um problema, mas tentar se distanciar totalmente para não ser influenciado não ajuda a analisar de forma perfeita.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pior ainda é quando as duas perspectivas se confundem: quando, por exemplo, o “problema” de uma produção é não permitir envolvimento com o espectador.</strong> Quem diz isso está racionalizando algo totalmente pessoal, passando a própria opinião como verdade e esquecendo, afinal, que “o espectador” é só ele. Não  faz sentido falar pelo conjunto do público.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4976" rel="attachment wp-att-4976"><img class="aligncenter  wp-image-4976" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/254969_194473513933125_118290698218074_506411_2930513_n-422x570.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;">No fim das contas, é impossível ficar totalmente alheio ao que acontece na tela. <strong>De que adianta entender os mecanismos manipulativos que o roteirista usou se não é só assim que as emoções podem influenciar a sua opinião?</strong> E se você acordou com o pé esquerdo e ficar de birra com o filme que escolheu ver no dia? E se, pelo contrário, você procurar diversão para relaxar e acabar gostando por isso?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-4996" title="night-at-the-movies" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/night-at-the-movies-570x381.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left;">Cada pessoa vê de um jeito porque cada uma cresceu vendo determinados filmes em determinados momentos da vida. <strong>A própria experiência como espectador é um fator importante na visão de qualquer cinéfilo.</strong></p>
<blockquote><p>Então não faz sentido querer escolher o lado do envolvimento ou o lado da análise crítica. Os dois estão intensamente misturados e não podem ser separados.</p></blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong></strong>O que é legal fazer é dividir os filmes entre os que se gosta e os que se acha bons. Sempre se permitir um<em> guilty pleasure</em> de tosqueiras divertidas, como <em>Fúria de Titãs,</em> e fofas, como <em>A Bússola de Ouro</em>. Não chego a me orgulhar de curtir um filme ruim, mas só com muita subjetividade pude participar ao máximo de toda a trilogia <em>Toy Story</em>.<strong> Sou totalmente a favor de uma opinião influenciada.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://pipocacombo.com/"><img class="aligncenter  wp-image-5012" title="rodape-avante7" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/rodape-avante7.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img class="alignleft" title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine1.jpg" alt="" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um balanço na Árvore da Vida</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/um-balanco-na-arvore-da-vida/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 22:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natacha Orestes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Assisti esses dias a um filme chamado Árvore da Vida. O que é que ela é, senão a mais complicada de todas as perguntas? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Assisti esses dias a um filme chamado Árvore da Vida. Ao invés de falar sobre ele, prefiro falar sobre os questionamentos que ele me causou. Existencialista, e por isso, duro. E por isso, cheio de graça e beleza. E por isso, sem resposta nenhuma – (in)exatamente como a vida.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A vida. <strong>O que é que ela é, senão a mais complicada de todas as perguntas?</strong> Onde cabem todas as questões possíveis e passíveis de serem elaboradas por cada um dos seres humanos que viveram, desde o início dos tempos, que vivem hoje ou que presenciarão o fim do mundo (2012 tá aí, seremos nós essas pessoas? hehe).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brincadeiras à parte, a vida é mesmo uma pergunta.</strong> E o que fazemos e deixamos de fazer, as pessoas que encontramos e desencontramos, o trabalho que temos e não temos, tudo isso no fim das contas me parece uma possibilidade ininterrupta, instante a instante, de fazer uma nova pergunta e não ter uma resposta sequer.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/PlxZOOEHK4o?rel=0" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crescemos e não passamos de crianças que não sabem de onde vêm ou para onde vão.</strong> Insistimos em questionar. Nos agarramos a ideais e nos protegemos com certezas, <strong>as mesmas que nos ferem</strong>. Quando pequenos, acreditamos nos adultos, sem saber que os adultos não sabem sequer em quem acreditar. Ou que aquilo que eles acreditam pode ou não pode ser real, e que eles podem estar errados.</p>
<div id="attachment_4887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 312px"><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4887" rel="attachment wp-att-4887"><img class="size-full wp-image-4887" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/o-grito.jpg" alt="" width="302" height="400" /></a>
<p class="wp-caption-text">O que você acha que estava gritando? <img src='http://www.avante7.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então lançamos um olhar do micro para o macro. </strong>Pensamos no universo. Nas galáxias, nos sóis, nos buracos negros, nas constelações, em Saturno, com seus anéis, em Plutão, em Marte, em Vênus, no planeta Terra. Nos oceanos, nos continentes. Nos países, estados e cidades. Nos dinossauros, em civilizações mortas e atuais, deste ou de outros planetas e piramos com as infinitas possibilidades que tivemos e temos de enxergar tudo isso. Nas infinitas possibilidades de estarmos todos certos ou errados. <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/RPfJqTzBYyk?rel=0" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É a humilde conclusão de que a ideia que fazemos das coisas não muda nada.</strong> Pode ser mesmo que o caos reine e pode ser mesmo que deus reine e pode ser mesmo que nem cheguemos perto de saber que na verdade não existe reinado algum.</p>
<p><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4888" rel="attachment wp-att-4888"><img class="aligncenter size-full wp-image-4888" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/mafalda_ind.jpg" alt="" width="451" height="396" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então lançamos um olhar do micro para o mais micro ainda.</strong> Pensamos na cidade em que vivemos, nas associações que frequentamos, religiosas ou ateias, na família em que nascemos, nas influências midiáticas que sofremos. No pai que manda, na mãe que ama,<strong> na gente mesmo que não consegue obedecer sem odiar</strong>. O ínfimo do micro diante do grande macro que é o tudo-que-existe chama-se eu. Cada pessoa, cada texto, cada qualquer coisa que passa na nossa vida nos afeta de alguma forma.</p>
<div id="attachment_4900" class="wp-caption aligncenter" style="width: 495px"><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4900" rel="attachment wp-att-4900"><img class="size-medium wp-image-4900" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/mickeydonalds-485x352.jpg" alt="" width="485" height="352" /></a>
<p class="wp-caption-text">Quem escolhe o que vai nos afetar?</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Eu é a possibilidade de criar o ser, que não consegue ser pura porque não-eus também existem e existiram e nos servem de referência. <strong>Pais e mães são nossos primeiros não-eus e por isso fazem parte do que somos</strong> – às vezes principalmente o que não gostaríamos de nos tornar, às vezes quase sempre. <strong>Ser ou não ser o que eles são – eis a verdadeira questão</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/2qqN4cEpPCw?rel=0" frameborder="0" width="570" height="416"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Eles, que também lutaram contra nossos avós, que eram seus não-eus, que por sua vez lutaram contra nossos bisavós que eram os não-eus deles, ad infinitum, até o topo da árvore da vida. <strong>A história de toda família se repete</strong> e a menor parte do micro acaba sendo igual ao micro inteiro. E o micro inteiro – a humanidade – sofre. Esta é a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E ainda assim nos tratamos como se fôssemos o umbigo intergaláctico do espaço</strong>. Como se o micro inteiro – a humanidade – fosse capaz de acabar com o mundo, ou de salvá-lo. Mas o macro: não alcançamos. O macro é inatingível. <strong>E nunca saberemos se o macro é deus ou é a natureza.</strong> Resta-nos viver a vida. De todas, a maior dúvida. Irrespondível.</p>
<div id="attachment_4906" class="wp-caption aligncenter" style="width: 495px"><a href="http://www.avante7.com.br/?attachment_id=4906" rel="attachment wp-att-4906"><img class="size-medium wp-image-4906" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/tirinha-criacionismo-x-evolucionismo-485x299.jpg" alt="" width="485" height="299" /></a>
<p class="wp-caption-text">www.umsabadoqualquer.com</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ou quem sabe tudo isso que eu disse não passe de uma crença. Aquela que eu escolhi para viver. Em nada superior às demais: <strong>apenas mais uma sem a qual o universo continuaria a existir.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>PS: esse foi um dos posts mais mais nonsense que eu já escrevi na minha vida, mas um dos mais verdadeiros. Idem para o filme. Tô louca pra saber a opinião de quem assistiu também. Vamos filosofar botecamente. :p</em></p>
<p><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine1.jpg" alt="" width="562" height="38" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Onde Vivem os Monstros e o medo de dizer &quot;Adeus&quot;</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/onde-vivem-os-monstros-e-o-medo-de-dizer-adeus/</link>
		<comments>http://www.avante7.com.br/onde-vivem-os-monstros-e-o-medo-de-dizer-adeus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 13:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa Serena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[No filme de 2009 dirigido por Spike Jonze, um dos maiores medos do menino Max é ter que dizer "Adeus" a quem se ama muito... Confesso que esse é um dos meus maiores medos também, e o seu?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Quem me conhece, sabe:  sou louca por filmes.</strong> Um dos meus primeiros posts aqui, no Avante7, foi justamente para compartilhar uma rede social só de filmes – o <a href="http://avante7.com.br/e-surgem-as-redes-sociais-especificas/">Filmow</a>, lembra?</p>
<div id="attachment_4877" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4877" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/crianca-no-cinema-570x350.jpg" alt="" width="570" height="350" />
<p class="wp-caption-text">Cinema: Como não gostar?</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Os filmes vão muito além do entretenimento, <strong>são também a chance que eu tenho de viver algo que eu nunca vivi, de ver aquilo que o outro vê, mesmo que seja na ficção.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-4878" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cinema-570x363.jpg" alt="" width="570" height="363" /></p>
<p style="text-align: justify;">Meu namorado e meus amigos sabem o quanto <strong>eu me apego aos filmes para discutir sobre realidade</strong> (coitados!). Se você me contar um problema (ou se eu estiver com um), pode apostar que eu vou te sugerir zilhares de filmes justamente para que você assista e tenha uma nova visão daquela experiência que já foi vivida nas telas do cinema &#8211; e que agora está sendo vivida por você. <strong>O cinema conecta, abre portas, dá luz, revive lembranças da sua própria vida e/ou te encoraja, te inspira, te surpreeende – basta olhar com sensibilidade.</strong></p>
<div id="attachment_4879" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4879" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/jack-570x419.jpg" alt="" width="570" height="419" />
<p class="wp-caption-text">E aí você ama tanto aquele filme que ele começa a fazer parte de você e do que você é.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vejo muitos filmes, mas pode apostar que poucos filmes vão para o meu “Mural de Favoritos”.</strong> Além de um mural de favoritos, eu tenho um &#8220;Mural&#8221; íntimo dos meus &#8220;TOP 5 filmes favoritos&#8221;, onde listo os filmes que considero “da minha vida” e hoje eu vim aqui para falar de um desses filmes&#8230;</p>
<div id="attachment_4881" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4881" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/WhereTheWildThingsAre3-570x251.jpg" alt="" width="570" height="251" />
<p class="wp-caption-text">Me identifico tanto com o pequeno Max que até me assusto.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<strong>Onde Vivem os Monstros</strong>&#8221; (em inglês &#8220;<em>Where the Wild Things Are</em>&#8220;) é um livro infantil escrito por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Sendak" target="_blank">Maurice Sendak</a> e publicado em 1963 pela editora Kalandraka. <strong>O livro retrata a fuga de Max, um garoto de 9 anos, que estava de castigo após uma briga com sua mãe.</strong> Em sua fuga imaginária (<em>ou não</em>), ele constrói um novo mundo dentro de seu próprio quarto (<em>ou não</em>) onde fará amizade e irá comandar um reinado de bagunça com as criaturas que vivem nesse estranho mundo. Se você nunca leu esse livro, eis a sua <a href="http://epoca.globo.com/edic/598/598_epoca_trecho_onde_vivem_os_monstros.pdf" target="_blank">oportunidade de lê-lo em PDF</a>.</p>
<div id="attachment_4882" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4882" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/WhereTheWildThingsAre2-570x252.jpg" alt="" width="570" height="252" />
<p class="wp-caption-text">Hora da bagunça! &lt;3</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O filme lançado em 2009 pela Warner Bros e dirigido por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spike_Jonze">Spike Jonze</a>,<strong> não é um filme para crianças, pode apostar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diferente do livro, o longa mergulha em uma análise muito mais densa da solidão, da amizade, do amor, do amparo, do apego e principalmente das frustrações e alegrias da vida.</p>
<div id="attachment_4884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 841px"><img class="size-full wp-image-4884" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/316693_277760782249235_100000459470458_1018604_1870408948_n1.jpg" alt="" width="831" height="350" />
<p class="wp-caption-text">A palavra é: Sensibilidade.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No filme, <strong>Max luta de vários diferentes problemas que estão presentes em nossas vidas</strong> &#8211; principalmente aquela dor que dá quando, por mais que a gente se esforce, tudo sempre parece dar errado, tudo parece chocar-se, tudo que construímos parece desmoronar constantemente, todos os dias&#8230; <strong>E aí, de onde tiramos forças para tentar resolver tudo mais uma vez?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-4890" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/where_the_wild_things_are051-570x381.jpg" alt="" width="570" height="381" /></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez você me responda que tudo é possível se for feito com amor&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-4891" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/tumblr_lud1pa2q5k1qhao9bo7_400-570x486.jpg" alt="" width="570" height="486" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Max vê que o amor constrói muitas coisas, mas também desvasta e destrói um tanto de outras coisas, e se isso já é um aprendizado difícil para nós, adultos, imagine para uma criança&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-4893" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/where-the-wild-things-are-12-570x380.jpg" alt="" width="570" height="380" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As vezes, por mais amor que tenhamos e que nutrimos por uma pessoa, notamos que ela já não consegue nos acompanhar</strong> &#8211; vivemos muitas coisas diferentes, pensamos de uma forma muito diferente e aquela amizade parece que fica sempre sendo alimentada por lembranças de épocas que não voltam mais. <strong>Uma amizade que se alimenta só de lembranças do passado não tem muito futuro, concordam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-4892" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/where-the-wild-things-are-upcoming-movies-5218497-1920-800-570x237.jpg" alt="" width="570" height="237" /></p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece com frequência. Em determinado momento, no mundo onde Max era Rei de todas as criaturas, Max nota que existem situações em que por mais que você tente, por mais que você seja Rei (e tenha todos os poderes de um rei!), você não consegue mais melhorar, não consegue mais se mover, não consegue mais respirar e não consegue prosseguir. <strong>Sempre alguma coisa sai errado, por mais amor que exista em tudo isso.</strong> Sempre alguém fica insatisfeito e o problema fica ainda maior quando as relações começam a se sustentar apenas de boas lembranças, sem um futuro palpável&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4896" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/where_the_wild_things_are_5.jpg" alt="" width="444" height="304" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E Max descobre que um de seus maiores medos é ter que dizer &#8220;Adeus&#8221; para quem se ama muito! E, afinal, quem não tem medo disso? Eu morro de medo!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4894" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/wild-things-hug-goodbye.jpg" alt="" width="512" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify;">Tanto no mundo do Max quanto no nosso mundo,<strong> as vezes o &#8220;Adeus&#8221; é necessário para que a gente consiga avançar. As vezes não.</strong></p>
<div id="attachment_4897" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4897" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/au-570x239.jpg" alt="" width="570" height="239" />
<p class="wp-caption-text">&quot;Auuuuuu!&quot;</p>
</div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>‎&#8221;(&#8230;) Tinham uns edifícios. Eram edifícios muito altos e eles andavam&#8230; E também tinham uns vampiros. Um dos vampiros mordeu o edifício mais alto e quebrou os caninos, e todos os outros dentes dele caíram, aí ele começou a chorar. Os outros vampiros disseram:</em><br />
<em> &#8211; Por que ele está chorando? Não são seus dentes de leite?</em><br />
<em> E ele disse:</em><br />
<em> &#8211; Não, são meus dentes permanentes!</em><br />
<em> E os vampiros então (&#8230;) o abandonaram. Fim.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">(Trecho retirado da fala de Max, no filme)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>É fato que cada um interpreta aquilo que vê pelas vivências que tem.</strong> Eu interpretei &#8220;Onde Vivem os Monstros&#8221; da forma mais sensível e linda possível, porque eu não apenas gostei do filme, mas me identifiquei com ele&#8230; E identifiquei nele pessoas que eu amo demais nessa vida e que eu, definitivamente, não quero ter que dizer &#8220;adeus&#8221; &#8211; por mais dura que seja qualquer situação.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-4898" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cartaz-570x453.jpg" alt="" width="570" height="453" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E você? Já assistiu esse filme precioso?</strong> &lt;3 Tem algum filme que faz você se identificar completamente?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine1.jpg" alt="" width="562" height="38" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Avante7 Mixtape #13 Cinema</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/avante7-mixtape-13-cinema/</link>
		<comments>http://www.avante7.com.br/avante7-mixtape-13-cinema/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 16:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Avante7</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Happening]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um motivo para entrar no clima da sétima arte: uma mixtape sensacional com vários diálogos e trilhas conhecidas do cinema!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4914" title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine.jpg" alt="" width="562" height="38" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mais um motivo para entrar no clima da<strong> sétima arte:</strong> uma <em>mixtape</em> sensacional com vários <strong>diálogos e trilhas conhecidas do cinema!</strong></p>
<p><object width="570" height="570" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F27493559&amp;auto_play=false&amp;player_type=artwork&amp;color=2f2f2f" /><embed width="570" height="570" type="application/x-shockwave-flash" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F27493559&amp;auto_play=false&amp;player_type=artwork&amp;color=2f2f2f" allowscriptaccess="always" /> </object></p>
<p><strong>A <em>playlist</em> foi selecionada pela equipe do A7</strong> e os diálogos sugeridos pelos nossos amigos do portal <a href="http://pipocacombo.com/" target="_blank">Pipoca Combo</a>, especialistas no universo do cinema. Vale a pena ouvir, compartilhar e baixar. O que achou? Comente!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Terror Cômico do Cinema Trash</title>
		<link>http://www.avante7.com.br/o-terror-comico-do-cinema-trash/</link>
		<comments>http://www.avante7.com.br/o-terror-comico-do-cinema-trash/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 19:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Fiori</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Um filme trash pode ser de qualquer gênero, pois trata-se de uma estética para um filme mal feito (intencionalmente ou não!).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4916" title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine1.jpg" alt="" width="562" height="38" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um filme <strong>trash</strong> pode ser de qualquer gênero, pois trata-se de uma <strong>estética</strong> para um filme <em>mal feito</em> (intencionalmente ou não!). Ou então pode ser aquele filme <strong>caseiro</strong>, feito com baixo orçamento. Eu mesmo sempre gostei disso, lembro de sempre tentar<strong> gravar filmes de terror com meus amigos</strong>. Cheguei até a escrever um &#8220;roteiro&#8221; e gravar alguma coisa, mas nunca foi finalizado. Mas quem sabe um dia &#8220;<em>O Último Halloween</em>&#8221; não dá certo?! haha!</p>
<div id="attachment_4823" class="wp-caption aligncenter" style="width: 449px"><img class="size-large wp-image-4823" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/terror_trash_avante7-0-439x570.jpg" alt="Horror Icon Collage - By Rizz23" width="439" height="570" />
<p class="wp-caption-text">Horror Icon Collage &#8211; By Rizz23</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acredito que o gênero mais famoso no universo trash é o <strong>terror</strong>. Esses podem ser facilmente identificados quando a cena que deveria ser <strong>horripilante</strong> é tão ruim, que acaba sendo <strong>engraçada</strong>. E existem dos mais baixos aos mais altos orçamentos. Como exemplo nacional temos o diretor José Mojica Marins, mais conhecido como <strong>Zé do Caixão</strong>. Inicialmente seus filmes não eram muito bem vistos, mas depois passaram a ser &#8220;cult&#8221; até no circuito internacional. O nome &#8220;Zé do Caixão&#8221;, aliás, se trata de um personagem cuja primeira aparição foi em seu próprio filme <strong>À Meia-Noite Levarei Sua Alma </strong>(1963).</p>
<div id="attachment_4819" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4819" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/terror_trash_avante7-1-570x429.jpg" alt="Zé do Caixão: Terror nos filmes e nas unhas (!) haha" width="570" height="429" />
<p class="wp-caption-text">Zé do Caixão: Terror nos filmes e nas unhas (!) haha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Recentemente tivemos um filme de terror trash nas telas do cinema: <strong>Arrasta-me para o Inferno</strong> (2009) do diretor Sam Raimi. Fui assistir pensando ser mais um filme de terror, mas me surpreendi. Não só eu, afinal todo público <strong>deu várias risadas</strong> com as cenas. Raimi fez um <strong>resgate do estilo</strong>, adaptando-o às tecnologias atuais. Eu li muitas críticas negativas, mas eu particularmente fiquei satisfeito com o filme, pois ficou clara que <strong>a intenção do diretor era ser trash</strong>.</p>
<div id="attachment_4820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img class="size-large wp-image-4820" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/terror_trash_avante7-2-570x380.jpg" alt="Arrasta-me para o inferno: Terror + Humor" width="570" height="380" />
<p class="wp-caption-text">Arrasta-me para o inferno: Terror + Humor</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para concluir, achei dois curta-metragens seguindo essa temática, mas que foram muito bem produzidos. O primeiro se trata de &#8220;<strong>BOOB</strong>&#8220;, que é bizarro em vários sentidos, principalmente por <strong>contar a história de um &#8220;peito assassino&#8221;</strong> haha!</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/9163498?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" frameborder="0" width="571" height="321"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O segundo tem o título &#8220;<strong>Rotting Hill</strong>&#8221; e foi produzido na Media Design School. No final até aparecem algumas cenas do making-of. O curta conta <strong>a história de amor entre dois zumbis</strong>. Tem de tudo um pouco: <strong>terror, romance e comédia</strong>!</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25010746?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" frameborder="0" width="571" height="321"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">E você, também já tentou produzir e gravar um <strong>filme trash</strong>?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Cartaz! Travatar: Os Piratas do Camelô</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 13:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Avante7</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Happening]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode assistir, pode compartilhar, pode piratear! Já está em cartaz o grande clássico dos cinemas: Travatar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4916" title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine1.jpg" alt="" width="562" height="38" /></a></p>
<p>Pode assistir, pode compartilhar, <strong>pode piratear! </strong>Já está em cartaz o grande clássico dos cinemas: <strong>Travatar.</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-4831" title="travas" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/travas-570x271.png" alt="" width="570" height="271" /></p>
<p>Agradecimentos especiais ao <a href="https://www.facebook.com/andreplacido" target="_blank">André Plácido</a>, que cuidou da direção e edição do curta. <strong>Chega de perder tempo,</strong> aperta o <em>play:</em></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/77h4w-tGgKg?rel=0" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p>Não precisamos nem dizer que nos <strong>rimos muito com essa brincadeira toda, </strong>né?</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/4n0NHdwa3FE?rel=0" frameborder="0" width="570" height="320"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Foi um exercício muito interessante, <strong>poder sentir um pouco do que é o trabalho de fazer um filme.</strong> Toda a produção, planejamento, <em>stress</em>, e claro, a diversão! <strong>Não tem como dizer que a magia do cinema não existe -</strong> mas recomendamos que você assista algo realmente bom para<strong> limpar sua mente de tanta tosqueira concentrada! </strong>O que achou?</p>
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		<title>As Brechas da Simbologia Cinematográfica</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 20:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Turra Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquele pensamento: "Será que o diretor só quis dizer isso mesmo?" é obrigatório. Um filme quase nunca é só um filme. Uma mensagem precisa ser transmitida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://avante7.com.br/tag/semana-tematica-cinema/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4916" title="cine" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cine1.jpg" alt="" width="562" height="38" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há quem diga que todo filme tem simbologias </strong>- do seu jeitinho, mas tem. Eu preciso discordar: quantos filmes &#8220;vazios&#8221; vemos por aí? Não vou citar nomes, mas estão de fato à nossa volta (assim como pessoas desse naipe&#8230;). Enfim, <strong>o que eu quero dizer é que esse artifício deixa qualquer filme muito mais rico e profundo</strong>, isso por adicionar mais incerteza ao roteiro. <strong>Ou vocês gostam de saber o que vai acontecer logo que o filme começa?</strong></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4259" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-large wp-image-4259" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/09/narnia-lion-570x570.jpg" alt="" width="570" height="570" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Apenas um Leão?</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Me lembro que desde pequeno achava muito difícil a parte de interpretação de texto nas aulas de português. Hoje entendo perfeitamente que estavam nos ensinando <strong>a capacidade de questionar, educando pequenos curiosos.</strong> Aquele pensamento: <em>&#8220;Será que o diretor só quis dizer isso mesmo?&#8221;</em> é obrigatório. <strong>Um filme quase nunca é só um filme. Uma mensagem precisa ser transmitida.</strong></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4256" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-large wp-image-4256" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/09/a_vila_poster_02-570x380.jpg" alt="" width="570" height="380" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">M. Night Shyamalan sempre com seus símbolos</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">É como se fosse um enigma, um quebra cabeça. <strong>É <em>nonsense</em> pra quem não entende, mas faz perfeito sentido para as pessoas certas.</strong> Uma mensagem oculta pode ser bem exposta, mas só quem tem as referências certas vai entender. Assim como na ditadura, quando as receitas de bolo nos jornais mostravam, para os mais atentos, que estavam escondendo alguma coisa.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4258" class="wp-caption aligncenter" style="width: 448px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-4258  " src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/09/matrix_neo.jpeg" alt="" width="438" height="655" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Matrix: feito de símbolos</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vejo a simbologia nos filmes como um &#8220;substituto&#8221; para aquele elemento de imaginação que temos nos livros.</strong> Já que na telinha podemos mostrar muito mais coisas, <strong>o jogo fica muito melhor com essas brechas deixadas pelo diretor.</strong> A mesma história significa coisas diferentes para cada um, dependendo do momento em que a pessoa está vivendo.<strong> Será que essa mutabilidade de mensagem é proposital? O que vocês acham?</strong></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4262" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-large wp-image-4262" src="http://avante7.com.br/wp-content/uploads/2011/09/o-laberinto-do-fauno06-570x379.jpg" alt="" width="570" height="379" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Muito mais que um labirinto&#8230;</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Alguns filmes que esbanjam desse fenômeno: O Anticristo, A Caixa, Onde Vivem os Monstros, A Origem, Matrix. <strong>Quais são os filmes carregados de simbologia que você mais gosta?</strong></p>
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